sexta-feira, 23 de julho de 2010

XLV
















d

o

mingo, 2 de ma

de 2




01

















0


















XLV




Ainda o pau nas escadas

Até hoje.
(Iria haver


Quinhentos posts publicados


Mas isso não funcionou)



De


Qualquer
forma,

Caríssimo visitante,


Eis


Mais uma vez


Das linhas da minha tez


Para as pontas dos dedos,


E para essas páginas de nada,


Outro pedaço de












nUveNs










































































:




























e
and

W(U)e




"Let the wind speak"



...




and the Gods are speaking













:




























NHA



























NHÃO



Que às vezes
nem cabe
na nossa cabeça.
Os pés
no chão
ENORME E PESADO DE TERRA BATIDA
meu deus! é o senhor
pequenininho-
GRANDE









em




todas


!

as




coisas



















































































e






dizem até, as más,

que foi o senhor, uma vez, que falou assim:

"erg(o)

am uma pedra


e lá estarei", enfim


Incrível como o senhor nos maneja

Oh! maestro da divina grandeza
Monta e desmonta todas as igrejas


E com que luxúria
colocaram na pedra ruim
teu nome de mentira (que nome se tem
debaixo de uma pedra, o ar?):



"pai das putas"




assim vêm te grafando

em nome da santa grana!

a santa grama que comem as putas americanas da casa branca




E











SOBRE ISSO DIREI MAIS:




Assim procede o mestre
ilumina primeiro (com um isqueiro, se necessário)
do alto de sua alteza
(com um porradão, com toda ruideza)
o lugar com menos luz













Comentário: Xam Poo teve seu cabelo torrado pelos senpai quando insistiu em treinar mais um pouco no zendo sem se livrar das identificações mundanas. Ele comia manju com o Roshi para comemorar seu período de "formatura", na ocasião.











quarta-feira, 21 de julho de 2010

LXIV - Ó pú(TA)blico sagrado(A)

Dentro de tudo que faço,
Ó, público sagrado,

Por mais que possa parecer lixo,
É limo (portanto,
façam,
ao menos
o mínimo: descasquem esse limo primeiro,

antes de dizerem que isso ou aquilo,
aqui nestes poemas,
está desvinculado de algum sentido, que está solto, sem propósito, na peça! façam-me o favor de lerem e se tiverem mesmo honestidade, RE-lerem
OS POEMAS. Obrigado.




Verde, das variadas tonalidades
Daquilo que foi o tempo buscar da pedra
Essa





VIDA





Homens menores bebem vinho. DA COISA, rs!)
Eu e eles
Mas donzelas hão de espalhar pétalas
Sobre meus pés
Que dirá, então,
Do que vai ser da minha tumba?

Que se ponham a dormir por cima de mim, nuas que


Sejam minha pele
E nova raiz.
Tornem o espiríto leve.


Ah! a arrebentação do mar,
A ESPUMA.








Nota: Senhores, esse poema é uma brincadeira. Esperamos que os senhores, bem educados como são, compreendam a liberdade artística no título da peça. Muito Obrigado.












LXIV - Ó pú(TA)blico sagrado(A)

Dentro de tudo que faço,
Ó, público sagrado,

Por mais que possa parecer lixo,
É limo (portanto,
façam,
ao menos
o mínimo: descasquem esse limo primeiro,
da coisa,
antes de dizerem que isso ou aquilo,
aqui nestes poemas,
está desvinculado de algum sentido, que está solto, sem propósito, na peça! façam-me o favor de lerem e se tiverem mesmo honestidade, RE-lerem OS POEMAS. Obrigado.

rs!)



Verde, das variadas tonalidades
Daquilo que foi o tempo buscar da pedra
Essa





VIDA





Homens menores bebem vinho.
Eu e eles
Mas donzelas hão de espalhar pétalas
Sobre meus pés
Que dirá, então,
Do que vai ser da minha tumba?

Que se ponham a dormir por cima de mim, nuas que


Sejam minha pele
E nova raiz
Tornem o espiríto leve


Ah! a arrebentação do mar,
a espuma.








Nota: Senhores, esse poema é uma brincadeira. Esperamos que os senhores, bem educados como são, compreendam a liberdade artística no título da peça. Muito Obrigado.














LXIV - Ó pú(TA)blico sagrado(A)

Dentro de tudo que faço,
Ó, público sagrado,

Por mais que possa parecer lixo,
É limo

Verde, das variadas tonalidades
Daquilo que foi o tempo buscar da pedra
Essa





VIDA





Homens menores bebem vinho.
Eu e eles
Mas donzelas hão de espalhar pétalas
Sobre meus pés
Que dirá, então,
Do que vai ser da minha tumba?

Que se ponham a dormir por cima de mim, nuas que


Sejam minha pele
E nova raiz
Tornem o espiríto leve


Ah! a arrebentação do mar,
a espuma.








Nota: Senhores, esse poema é uma brincadeira. Esperamos que os senhores, bem educados como são, compreendam a liberdade artística no título da peça. Muito Obrigado.