sábado, 8 de maio de 2010

XXXII




.












!















o







círculo

















pele


























INTERminável














de























tudo













desejo é nirvana
vagas de eivas
vazio
de relutância
do cio
certeza de eterna idade
o círculo
claro lúrido
úivo da carne
e da raiz







não há
o que não
grão

não há
nada que não deseja




Vida -

pele INTERminável de



tudo

O que cala a boca suja do Buda,
e joga as mortalhas
às malhas molhadas do tálamo

Vida -

pele INTERminável de



tudo



goza e nua




externaInterminá

véu tão óbvio
(só não visto nos olhos dos bobos)


seiva-sêmen
em veias

de tudo















!


















.


























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