segunda-feira, 1 de novembro de 2010















bocejo:


quando abrimos a boca
do tigre


diagonais são círculos,


décio pignatari,


estão
como planetas
poisépoesia
poisé

é








...







esses são meus dias de hj













:








net

estrelas trafegam em transa-transe trafego (tanta coisa q tanto fico tonto
!
da(e(s)








:

















http://poisnao.tumblr.com/post/1320775114/be-a


































2 comentários:

Akemi disse...

e a boca do tigre abriu, foi até a experiência do mínimo, algo japonês? e do silêncio, a crise, e foi dar aqui no país da devoração, já que tudo por aqui ainda está se formando e... deu no que deu
e algo que não tem em um livro, um link, que não significa nada, que precisa ser manuseado, "recortado e colado"

viagem histórica no desenho, nas cores e também uma conversa
o poema pode ser lido, visto, declamado, manuseado

se alguém estiver enxergando mais pretensão que apreço pela linguagem que não passem nervoso, vão ler outros mesmo... rssss
e quem quer enfiar a cabeça na boca de tigre que esteja bem preparado pra correr riscos também
e debater o que está querendo no mínimo, se não se quer ficar numa ilha

e sexta apareça nos treinos, seu lesado

beijos

Marcos Tamamati disse...

Opa! E aí, senpai!

Grato pelo comentário! Vai auxiliar bastante!

Ai, q ilha o kramba! rs É estranho v tornar o trabalho público e acharem q o intento é se isolar, coisa contraditória. Acho q alguns dos txts aqui, por brincarem c/ essas coisas, estão causando confusão.

Mas é ótimo poder discutir isso td.

Nós vivemos no interior de SP, quase ninguém escreve. Tem muito músico, mas poesia não é o forte por aqui, não é mesmo?
Nós temos é a "Academia Bauruense de Letras". Hahahaha!

Ave internet!

Bom q apareçam pessoas interessadas em literatura e q dêem suas opiniões, esse blog SERVE É PRA ISSO MESMO. Mas não vou esperar dezenas de visitas, o contador q fica aí em baixo, coloquei mais por tiração de sarro – “vamos ver qt gente aparece disposta a ler o q está aí”.

Mas surge gente curiosa, outros escritores, isso é q é muito legal!

Enfim.

Achar q se está propondo alguma vanguarda tb não procede. Antes de qualquer coisa, é preciso ler os txts aqui. “Unsui” é um exercício, e é só isso.
Acho q não se percebe é q está na moda, ainda, falar mal dos Noigandres, ou se opor às suas idéias... Seja como for. E isso, na verdade, é algo natural e se ainda está reverberando (de 56 pra final de 2010 é tempo, heim!) é pq não é td mundo q conseguiu propor outros pontos de vista consistentes.

Li os Noigandres, mas nunca me “opus” ao Mário Chamie ou à poesia semiótica ou à poesia marginal, sonora. Ficar brigando, sim, é atitude caquética – tomara q não sobre muito dessa postura pra esse séc.

Ninguém vai achar “planos-pilotos” aqui. Td é só parte da peça, mesmo q pareça glosa.

Agora, q se aproveite a visualidade em nossa época ainda, PQ NÃO?

NUNCA antes foi mais fácil aproveitar recursos visuais e nem creio q exagero esses aspectos. Até tenho planos pra poemas digitais, mas aqui, ao menos até agora, não tem nada.

Concordo PLENAMENTE q se tenha fetichizado muito o texto, q muito se dilui de de Campos, Andrades e Xistos e Cabrais ad infinitum. Mas discordo q as ÚNICAS saídas p/ esse centramento no txt sejam voltar completamente ao verso ou abandonar tudo e partir pra outras dimensões, físicas, corporais etc. “Unsui” é algo AINDA chapado num txt, por mais q incorpore visualidade e códigos não verbais (e pela Santa Maria, não estou com essa afirmação dizendo q se faça aqui algo original, me dêem folga – se só fossem postados sonetos o espaço seria mais popular, hoje em dia, acho).

Não escrevo só esse blog e, pra mim, o PROBLEMA é ser reducionista e unilateral. Numa época como a nossa, isso já vai sair de início c/ prazo de validade vencido.

Bjs.